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Recentemente temos assistido a uma "moda dos vampiros" com muitos filmes, séries de televisão e livros sobre o tema. Ao mesmo tempo que cresce o interesse por este assunto, aumentam também as confusões acerca das várias definições. Levantam-se também muitas dúvidas acerca do que é ficção e do que é realidade. De onde surgiu o vampirismo? Os vampiros existem?
Existem várias definições de vampiro, bem como alguns pontos em que as definições se sobrepõem. Como se verá, existem vampiros tanto na ficção como na vida real, além de uma série de elementos que, de uma maneira ou de outra, se relacionam com este assunto.
O vampiro literário
Hoje em dia, quando se fala em vampiros, é neste tipo que se pensa. Trata-se de uma figura nascida de inúmeros livros e filmes, sempre trágica e apaixonante... Desde o famoso Dracula de Bram Stoker aos vampiros da nova geração que enchem os cinemas, o personagem é do mais ambíguo possível, inspirando terror, paixão e fascínio. É facto que este vampiro encarna desejos e medos do ser humano: a sombra da morte, a tragédia da perda, o peso da eternidade e o abismo do amor. O vampiro literário é representado como um ser imortal que luta por uma definição entre a vida e a morte, procura saciar uma "sede" que é muito mais do que física... no fundo, este vampiro só terá paz quando reencontra a sua alma.
O vampiro mitológico
As figuras vampíricas têm acompanhado os seres humanos desde a aurora dos tempos e encontram-se presentes no folclore de todo o mundo.
O vampiro histórico
Existiram ao longo da história várias pessoas que, pelos seus feitos e carácter sanguinário, foram apelidadas de vampiros - uma forma de dizer que eram monstruosas. O mais famoso terá sido Vlad Ţepeş, príncipe da Valáquia. Existe alguma distância entre os factos históricos e as histórias romanceadas que se criaram a partir deles. Este tipo de vampiro é alguém que marca o imaginário colectivo ao ponto de encarnar o arquétipo.
O vampiro animal
Este é um tipo de vampiro que existe de facto no nosso mundo físico. São morcegos, pequenos mamíferos voadores que, por diversos motivos foram inspiradores de histórias e lendas. Não são tão arrebatadores como as figuras da ficção.
A fama de vampiro - patologias
Trata-se de determinadas doenças cujos sintomas foram, durante muito tempo, mal compreendidos e tidos como manifestações de vampirismo ou licantropia. Corpos pálidos e repletos de pêlos, dentes salientes, fotossensibilidade, etc. - tudo isto era tido como prova de que um ser humano estava afectado pela "maldição" do vampiro - porém a medicina moderna já pôde revelar algumas destas bizarras patologias.
O vampiro energético
Também conhecido como psyvamp este é, a par com os morcegos, o tipo mais concreto de vampiro que é possível encontrar fora dos livros de histórias. Trata-se de uma pessoa que, consciente ou inconscientemente, se "alimenta" da energia de outrem. É certo que toda a gente absorve energia do meio ambiente e das outras pessoas. Existe um intercâmbio natural de fluxos, bem como momentos em que estamos em baixa energética e, naturalmente, absorvemos mais energia até termos os níveis estabilizados. O que distingue uma pessoa comum de um vampiro é que este último sofre de um desequilíbrio crónico do seu sistema energético, sendo levado a drenar energia alheia com muito maior frequência do que é normal.
A questão do sangue
Tanto nas lendas antigas como nos romances actuais, o vampiro é retratado como um predador de sangue. Também alguns psyvamp (muito poucos, felizmente!) recorrem ao consumo de sangue para restabelecer os seus níveis energéticos e não é por acaso, pois o sangue é uma matéria muito especial, tanto em temos físicos, como energéticos e simbólicos.
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